sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Os salvadores de Pátrias

Vídeo: george bush is funny


"É uma recordação sombria de que o mal existe e um estímulo a opor-se a ele quando o encontramos"
O presidente norte-americano George W. Bush ao visitar o memorial do Holocausto

"Diante de crimes indescritíveis contra a humanidade, almas corajosas, jovens e antigas, permaneceram firmes naquilo em que acreditavam. É uma honra estar aqui, é uma experiência comovente, é uma memória viva importante"
O presidente norte-americano George W. Bush que chorou nesta sexta-feira (11 jan.2008) ao visitar o memorial do Holocausto, Yad Vashem, em Jerusalém, como parte da viagem oficial de três dias a Israel e Cisjordânia.

"Para as pessoas que praticam a religião cristã, não existe lugar mais santo que o lugar onde nasceu nosso salvador"
Declaração de George W. Bush ao sair da basílica da Natividade.

"Esta visita não vai trazer nada para nós, e não vai mudar a situação entre israelenses e palestinos. Bush vem aqui apenas para obter um apoio em caso de guerra contra o Irã"
Alaa, 26 anos, proprietária de um restaurante perto da basílica da Natividade, em Belém, cidade onde nasceu Jesus Cristo.


"Nossa gratidão ao presidente da irmã República Bolivariana da Venezuela, Hugo Chávez, por seu esforço e eficiência na libertação de nossas compatriotas"
O presidente colombiano, Álvaro Uribe, reconheceu o trabalho de seu colega da Venezuela, Hugo Chávez, na libertação de Clara Rojas e Consuelo González de Perdomo, que eram mantidas como reféns pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia.

"Nosso governo está pronto para a paz com a mesma devoção com que conduzimos a segurança; convido as Farc a considerar uma negociação simples, ágil, de boa fé, que seria rodeada de garantias democráticas."
O presidente colombiano, Álvaro Uribe

"Presidente Chávez, não sei como expressar meu agradecimento por seu comprometimento e posição humanitária. também agradeço ao povo venezuelano e à minha família"
Ex-deputada Consuelo González logo após a libertação.

"O que se discute aqui é o alto custo da operação. Há especulações sobre quantos dólares ou armas Chávez deu às Farc."
Cientista político venezuelano Alfredo Ramos Jiménez, da Universidade dos Andes.

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