sábado, 18 de outubro de 2008

Entre aspas

19/10/2008

Rubinho Gomes 
redegazeta.com.br

"Há muita ganância grotesca por trás dessa crise global, mas ganância não é ilegal” 
Paul Krugman. Prêmio Nobel de Economia, sobre a atual crise no sistema financeiro internacional.

"A imprensa é um serviço, mas é um produto, é muito competitiva, você sabe que, se um jornal publica primeiro, o outro não dá. Nós, os leitores e jornalistas, somos vítimas da indústria” 
Marisa Monte. No lançamento do novo DVD , sobre a relação com a imprensa

"Se a situação tá ruim pra malandro, imagina pra otário” 
Sérgio Cabral. Jornalista, que ouviu a frase na feijoada da Mangueira para mestre Cartola

"Esta música é para os emocionalmente retardados. Talvez vocês conheçam alguém que se encaixe nesta categoria. Eu sei que conheço” 
Madonna. Durante show, quinta-feira, antes de cantar "Miles Away", que fala de pessoas que se separam.

"Não sabemos como vai ser o cenário para 2010, quem vai se juntar com quem para disputar o quê” 
Luiz Paulo Vellozo Lucas. Sobre o pleito de 2010.

"Para onde vai o imposto pago no Espírito Santo? Isto é uma vergonha para um Estado tão bonito. Deus me livre e guarde” 
Ana Maria Braga. Em seu programa “Mais Você”, sobre a superlotação de presos em delegacias no Estado.

"Estamos diante de um Collor municipal, um grande engodo” 
Hércules Silveira. Sobre seu adversário na disputa do 2º turno, em Vila Velha.

"Já fumei, claro. Não fumo mais no Brasil, porque não é razoável desrespeitar a lei” 
Fernando Gabeira. Candidato a prefeito do Rio, sobre o uso pessoal de maconha.

"Não, eu não sou (gay). E tem um monte de mulher querendo casar comigo” 
Gilberto Kassab. Em resposta à questão do PT sobre sua vida pessoal.

"Não quero apoio de quem me atacou de forma covarde no 1º turno da eleição” 
Neucimar Fraga. Sobre o voto dos derrotados no primeiro turno.

"Experimentei uma vez. Fumei, traguei e não gostei. E sou contra a legalização” 
Eduardo Paes. Candidato a prefeito do Rio, sobre o uso de maconha.

"Fui vítima nessa história pois ninguém batalhou mais do que eu contra o preconceito” 
Marta Suplicy. Sobre o uso da vida pessoal do adversário na campanha.

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