sexta-feira, 29 de junho de 2007

Frases da semana: "Boi na linha".

Arte do Amarildo, no Jornal www.agazeta.com.br
"Chamamos de ‘vaca de papel’, ‘soja de papel’. O proprietário declara que tem tanto de gado ou tanto de produto, faz a inscrição no órgão competente, obtém o talonário de notas fiscais, compra vacinas, simula a venda e paga o imposto"
Odilon de Oliveira - Juiz federal

“Pus o pedaço de carne na boca e engasguei. Perdi o ar, não tinha mais fôlego. Para sobreviver, tive de enfiar o garfo na garganta, mas não esperava que ele fosse escorregar e descer. Achei que fosse morrer. Durante 40 minutos, eu fiquei lutando para ver se conseguia tirar aquele pedaço de carne. Batia nas minhas costas, me jogava contra a parede, enfiava o dedo na garganta e até rolei no chão”.
Verbênia de Andrade,operária de 28 anos,após passar por cirurgia por ter engolido um garfo,já está em casa. Ela foi internada na terça-feira (26) com o objeto no estômago, na Santa Casa de Misericórdia de Franca, a 400 km de São Paulo, onde mora.

“O que não acho razoável é ‘eu acho’, eu penso’, ‘dizem’, ‘ minha experiência pessoal mostra’. Isso não tem validade científica nenhuma.”
José Gomes Temporão, ministro da saúde, rejeitando afirmações de Zilda Arns sobre aborto.

“Os traficantes são muito valentes diante da população desarmada, mas na hora do enfrentamento, atiram para não morrer e fogem.”
Delegado Allan Turnowski, diretor do departamento de polícia especializada da polícia civil do Rio, falando sobre o avanço da ação policial no complexo do Alemão, no Rio.

"Forças externas agem no senado".
Senador Renato Casagrande (PSB-ES) em declaração afirmando que há interferência externa nas ações do Conselho de Ética.

“A imprensa, quando quer, massacra. Veja o que está acontecendo com o nosso amigo Renan Calheiros. Será que é justo?”
Senador Joaquim Roriz, discursando em plenário para se defender de acusações. Escutas da Operação Aquarela, da Policia Federal, pegaram em cheio o senador Joaquim Roriz, que aparece negociando a partilha de R$2,2 milhões com o ex-presidente do Banco de Brasília (BRB) Tarcísio Franklin de Moura.